Africell garante 400 empregos directos numa primeira fase

Africell garante 400 empregos directos numa primeira fase
Angola Press


O ministro das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social, Manuel Homem, augura que a entrada da Africell, no mercado, venha criar equilíbrio na oferta e melhoria dos serviços de telefonia no país.

Manuel Homem, presente na audiência que o Presidente da República concedeu à Embaixadora dos Estados Unidos e ao presidente da Africell na Segunda-feira, 21 de Junho, adiantou que o encontro clarificou os objectivos traçados para a quarta operadora, correspondentes ao Plano Nacional de Desenvolvimento, em implementação.

Manuel Homem disse ainda que o órgão regulador (INACOM) está a criar condições para que a Africell comece a operar em Luanda e, gradualmente, se possa estender a todo o país, partindo dos maiores centros urbanos.

Por seu turno, o presidente da empresa, Christopher Lundh, garantiu que a Africell Global Holding Ltd., tem todas as condições criadas para iniciar operações a partir de Dezembro deste ano.

O CEO da Africell disse também à imprensa que as obras do centro de operações da operadora estarão concluídas nas próximas semanas, um investimento de cerca de 300 milhões de dólares que asseguram, numa primeira fase, 400 empregos directos e 100 indirectos.

Segundo a embaixadora Nina Maria Fite, a Africell é um exemplo de como as companhias dos Estados Unidos da América investem em Angola em sectores diferentes do petrolífero.

"As companhias americanas trazem tecnologia, trabalho e capacitam nacionais para o mercado do emprego”, salientou a diplomata.   

Recorde-se que em  Fevereiro deste ano, o Instituto Angolano das Comunicações (INACOM) e a Africell assinaram, um Contrato de Concessão para Prestação de Serviços de Comunicações Electrónicas, licenciando esta operadora com o Título Global Unificado (TGU).

O contrato habilita a Africell a comercializar produtos de comunicações electrónicas e prestar serviços tradicionais das comunicações electrónicas e financeiros, por via do telemóvel (Mobile Money), em todo o espaço geográfico da República de Angola.

Com esse 4º operador, o Executivo espera a melhoria da concorrência no sector, com mais inovação tecnológica e qualidade de produtos e serviços, assim como melhores preços, em benefício dos cidadãos e da economia nacional.
Em 2017, foram concedidas as três primeiras licenças de Título Global Unificado às empresas Angola Telecom, Movicel e Unitel, após realização de um Leilão de Frequências.

A operadora presta serviços de tecnologia a mais de 12 milhões de assinantes em quatro países africanos, nomeadamente Serra Leoa, Gâmbia, República Democrática do Congo e Uganda. Em Angola, Africell compromete-se em disponibilizar uma cobertura de rede móvel rápida, segura e de baixo custo.
 

Voltar